Gilmar Mendes cobra postura equidistante de quem preside o TSE
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirmou nesta terça-feira (3) que a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve agir como um “árbitro equidistante”. Segundo ele, “silêncios e hesitações não são neutros” na condução da Justiça Eleitoral.
A declaração ocorreu após o segundo turno das eleições, realizado em 25 de outubro, que foi marcado por decisões divergentes entre o STF e o TSE sobre a prorrogação do horário de votação.
Gilmar disse que a integridade institucional não deveria precisar ser resgatada a cada eleição. O ministro também elogiou a atuação conjunta dos demais integrantes do colegiado do tribunal.
Na avaliação dele, hesitações podem abrir espaço para decisões contraditórias e servir de argumento para ataques ao sistema eleitoral. A fala não citou nominalmente o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, também integrante do STF.
Nunes Marques havia declarado anteriormente que a Justiça Eleitoral conduziu o pleito com segurança e dentro da normalidade. Ele assumiu a presidência do TSE antes do segundo turno das eleições de 2026.
A manifestação de Gilmar recoloca no debate público a responsabilidade institucional da Corte Eleitoral na condução dos próximos processos e na preservação da confiança no sistema de votação.
Fonte: [G1 — Política](https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/11/03/gilmar-mendes-diz-que-comando-do-tse-deve-agir-como-arbitro-equidistante.ghtml)
Fonte: G1 — Política

Jornalista do Congresso Aqui, com atuação na cobertura dos principais acontecimentos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Responsável pela moderação de conteúdo, correção e triagem de notícias que movimentam o Congresso Nacional e impactam o Brasil.




